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01 de novembro

Rubel – Lançamento do Disco Casas

Show | Livre | 80min

Natura Musical apresenta “Casas”, segundo disco de Rubel Álbum tem participações especiais de Emicida e Rincon Sapiência “O que fazer após lançar um álbum despretensioso, que foi ganhando força graças ao boca a boca na internet e a um tocante videoclipe assistido mais de 16 milhões de vezes, e movimentou plateias numerosas em várias cidades do país, com direito a um Circo Voador abarrotado no arremate da turnê? Rubel responde a essa indagação com Casas (Natura Musical), sucessor de Pearl, a estreia que motivou todo o carrossel de emoções descrito acima. Aquelas sete canções que variavam entre a MPB e o folk, gravadas num estúdio caseiro no Texas (com destaque para “Quando Bate Aquela Saudade”, a do clipe), deram uma inesperada projeção ao cantor e compositor carioca de 26 anos. Ele agora entrega o novo capítulo, que vem com um belo twist no roteiro – e, atenção para o spoiler, os personagens Emicida e Rincon Sapiência são parte importante na história. Contemplado pelo edital Natura Musical na categoria voto popular, Casas não é fruto de acasos e acidentes como Pearl.

A começar pelo fato do novo trabalho ter sido minunciosamente pensado para ser o que ele é. E ninguém poderá falar em repetição de fórmula. Seu violão de nylon segue guiando as criações – agora com as cordas tencionando mais para a música brasileira. Mas há uma novidade sonora que não passará despercebida por ninguém: a incorporação de programações eletrônicas em boa parte do disco. Cada vez mais interessado no hip hop de Chance The Rapper, Kendrick Lamar, Kanye West e, especialmente, Frank Ocean, Rubel procurou adicionar os ensinamentos dessa turma à sua música, ainda fortemente influenciada por Jorge Ben e Gilberto Gil, só para citar alguns mestres daqui. Auxiliado pela banda que levou Pearl para a estrada, ele passou quase um ano aprendendo a manipular uma MPC e realizando experimentos que iam de sintetizar batidas a recortar samples. “Pinguim” e a autobiográfica “Colégio” (escolhida para ganhar o primeiro clipe de Casas) atestam que valeu dedicar tanto tempo a essa busca. A junção de MPB com elementos do rap é algo inédito em nosso cenário.

Ao menos da maneira proposta por Rubel. As participações dos já citados MCs paulistanos Emicida (em “Mantra”) e Rincon Sapiência (em “Chiste”) não soam como meros featurings, mas sim como colaborações orgânicas. Com Rincon, dono do álbum mais badalado pela crítica em 2017, Rubel sentou à mesa, discutiu e criou “Chiste”, que estabelece um diálogo entre a dor e o riso. Já com Emicida o caminho escolhido foi o dos tambores de umbanda – e o rapper da Vila Nova Cachoeirinha anda craque em deitar rimas por cima de batuques. São Jorge, o homenageado de “Mantra”, certamente abençoou a parceria. A influência do hip hop foi além da alquimia musical. Produtora e usina criativa de Emicida, a Laboratório Fantasma serviu como norte para Rubel fundar sua Dorileo. O cantor percebeu que seria mais coerente com sua trajetória independente até então montar o próprio selo. Um disco burilado de forma tão particular, costurado com esmero artesanal, não podia chegar ao mercado com qualquer amarra. Com 14 faixas, Casas é entrecortado por introduções e vinhetas que reforçam a narrativa. Essa é outra diferença em relação ao breve Pearl – o que não quer dizer que o fã do primeiro álbum ficará frustrado com o recém-nascido.

“Explodir”, por exemplo, traz Rubel ao violão, escudado apenas pelo violino do maestro Felipe Prazeres e pelo violoncelo de David Chew, em momento singelo que remete imediatamente ao disco de estreia. E quem prestigiou algum show da turnê de Pearl com certeza ouviu “Partilhar”, agora apresentada numa roupagem mais elegante do que aquela registrada no Sofar Sounds (é o vídeo mais assistido do projeto no Brasil, diga-se, já superando a marca de um milhão de visualizações). Mas Casas é mesmo mais plural do que Pearl, não há como negar. “Casquinha” passeia pelo samba sem medo de sofrer ataques de talebambas. “Sapato” evoluiu de uma salsa torta para algo ainda mais difícil de se classificar. “Cachorro” carrega o hibridismo da melhor MPB produzida nos anos 70. E o desfecho é com “Santana”, único momento não autoral da jornada. A composição de Gustavo Rocha diz exatamente o que Rubel queria expressar quando a ouviu pela primeira vez. Repetir algo já vivido nunca é uma boa ideia. A mágica não se repete. “O que se viu ficou para trás”, aponta o verso final de “Santana”. Casas é ambicioso fundamentalmente por colocar Rubel num novo lugar – e pode inspirar outras pessoas a singrar por mares nunca dantes navegados. É isso o que devemos esperar de um artista que não está aqui só de passagem.” José Flávio Júnior Março, 2018 O projeto foi selecionado em 2016 pelo edital Natura Musical, com apoio da Lei Rouanet.

“A curadoria do Natura Musical reúne especialistas para avaliar a rica produção nacional, indicando projetos para patrocínio. Rubel foi um dos escolhidos em 2016, que além de chamar a atenção do meio, mobilizou milhares de pessoas para viabilizar seu novo trabalho”, conta Fernanda Paiva, gerente de Marketing Institucional da Natura. “Desde 2005, a plataforma já contemplou mais de 360 projetos, lançando discos como de Elza Soares, Emicida, Paulo Miklos, Johnny Hooker, Xênia França, entre outros artistas em diferentes estágios de carreira, que representam essa música brasileira pulsante, diversa e apresentam novas expressões e linguagens, e agora, estamos com Rubel em mais uma grande aposta”, complementa. Sobre Natura Musical Com treze anos, o Natura Musical tem hoje um papel inédito na valorização da produção contemporânea e da identidade musical brasileira: já apoiou mais de 1350 produtos culturais (mais de 1200 shows, 132 CDs, 26 DVDs, 21 livros e 5 filmes), chegando diretamente a 1,5 milhão de pessoas e mais de 550 mil seguidores nas redes sociais. Na frente de fomento, os projetos são selecionados prioritariamente por meio de editais públicos, em nível nacional, com uso das Leis Rouanet e Audiovisual, e em nível regional, com uso de ICMS, conforme a disponibilidade de recursos. A marca lança em média 30 discos por ano, com destaques em listas de melhores do ano e premiações nacionais e internacionais, além de patrocinar shows, livros, filmes e acervos digitais. Ao inaugurar a Casa Natura Musical, em São Paulo, ampliou sua participação no entretenimento, com uma vitrine permanente para a rica e pulsante produção musical brasileira. Sobre a Natura Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira de cosméticos e produtos de higiene e beleza. Líder no setor de venda direta no Brasil registrou R$ 7,9 bilhões de receita líquida em 2016, possui mais de 7 mil colaboradores, 1,8 milhões de consultoras e operações nos EUA, França, Chile, México, Peru, Colômbia e Argentina.

Foi a primeira companhia de capital aberto a receber a certificação B Corp no mundo, em dezembro de 2014, o que reforça sua atuação transparente e sustentável nos aspectos social, ambiental e econômico. A estrutura da companhia é composta por fábricas em Cajamar (SP) e Benevides (PA), oito centros de distribuição no Brasil, um hub logístico em Itupeva (SP) e centros de Pesquisa e Tecnologia em São Paulo (SP) e Nova York (EUA). Detém o controle da fabricante australiana de cosméticos Aesop, com lojas em países da Oceania, Ásia, Europa e América do Norte. Produtos da marca Natura podem ser adquiridos com as consultoras Natura, pela Rede Natura rede.natura.net, por meio do app Natura ou em lojas em São Paulo, Rio de Janeiro, Paris e Nova York. Para mais informações sobre a empresa, visite www.natura.com.br e confira os seus perfis nas seguintes redes sociais: Linkedin, Facebook, Instagram, Twitter e Youtube.

Ficha técnica

– Direção artística*: Rubel Rodrigues

– Direção musical*:

– Músicos*: Rubel Rodrigues

– Produção: Thiago Piccoli

– Créditos: Guido

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  • MEIA R$50

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. O decreto n° 8.537, não permite que os estabelecimentos aceitem boletos ou carteirinhas de cursos, como comprovantes para a compra da meia entrada.

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