Grande Theatro Unimed-BH
Teatro
09 de Novembro

Mostra Cine Brasil de Teatro – A Alma Imoral

Teatro | 18 anos | 100min

Quando digo na peça que ‘não há repetição’ é a pura verdade. Há oito anos em cena com o espetáculo, cada dia é um dia, pois a platéia também nunca se repete. Cada novo olhar significa a possibilidade de um novo entendimento que se abre em mim, mantendo a síntese teatral viva. Então, um novo tom me surpreende, uma nova atitude minha, um novo ‘desarmamento’ acontece. Palavra que Amir Haddad gosta tanto de usar e que expressa tão bem a relação que tenho tido com a plateia: estamos nos desarmando constantemente, pois o dia a dia tende a nos ‘armar’, ao invés de nos aproximar para nos ‘amarmos mutuamente’.

(Clarice Niskier) “A Alma Imoral (…) é um daqueles mistérios abençoados pelos deuses do teatro de tempos em tempos” (Dirceu Alves, Isto É Gente e Veja SP) “O momento perfeito chegou para Clarice Niskier – beleza de atriz – em A Alma Imoral.” (Jefferson Del Rios, O Estado de São Paulo) “Boa reflexão de Clarice sobre seu judaísmo budista (…) É um trabalho cuidado, medido e interessante”. (Barbara Heliodora, O Globo) “Clarice dialoga intimamente com o público, torna tudo muito acessível e lógico e oferece um verdadeiro banquete à platéia. É teatro da melhor qualidade servido com generosidade.”

(Debora Ghivelder, Veja Rio) “Delicado e sensível espetáculo teatral, no qual a qualidade do texto e a presença de Clarice Niskier são traduzidas em celebração cênica” (Macksen Luiz) “Clarice reparte com a platéia o que de melhor possui e por isso saímos tão enriquecidos desta inesquecível ceia”

(Lionel Fischer) Comemorando 0nze anos consecutivos em cartaz em 2017, desde sua estreia em 2006, “A ALMA IMORAL”, de Clarice Niskier, já ultrapassa a marca dos 400.000 espectadores. A peça vem se apresentado com êxito para as mais variadas platéias – desde apresentações intimistas em pequenas salas até sessões ao ar livre para platéias com mais de 1.000 pessoas, como na Virada Cultural de São Paulo, em 2012. O texto da peça é uma adaptação de Clarice Niskier para o teatro, a partir do livro homônimo do rabino Nilton Bonder. A supervisão da montagem é de Amir Haddad. A atriz adaptou o texto com “o objetivo de mobilizar o pensamento e a emoção do espectador contemporâneo”, o que vem de fato acontecendo desde a sua primeira temporada, em meados de 2006 no Rio de Janeiro, quando estreou numa pequena sala de 50 lugares e de lá seguiu para um teatro de 400 lugares, onde chegou a ficar em cartaz de terça a domingo.

E dali ganhou o Brasil, em teatros de Norte a Sul do país. Depois dos 14 meses iniciais no Rio, partiu para uma tournée nacional, ocupando 29 salas com diferentes capacidades e perfis, e obtendo sempre a mesma resposta calorosa do público. Belém, Recife (Festival do Recife), Brasília, Belo Horizonte, Divinópolis, Ouro Preto (Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana), Niterói, Angra dos Reis (Festival de Angra), Resende (Festival de Resende), Nova Iguaçu, Petrópolis (Festival de Inverno), Porto Alegre, Garça, Catanduva, São José dos Campos, Vitória (Festival de Vitória), Curitiba (Festival de Curitiba), São Paulo (Teatros Eva Herz, Augusta e Cultura Artística), Piraju, Americana, Lençóis Paulista, Botucatu, além do Rio de Janeiro, onde estreou e retornou em outubro de 2011, para o Teatro Leblon. Em 2012, A Alma Imoralreinaugurou o Teatro Serrador, no Centro do Rio, onde realizou uma temporada popular com enorme sucesso.

Ao longo de 2013 e no primeiro semestre de 2014, seguiu em novas temporadas no Rio, em São Paulo e retornou ainda às cidades de Porto Alegre, Teresina, Maceió e Salvador. “No teatro é sempre a primeira vez. Quando me perguntam como é possível fazer uma peça tanto tempo sem se cansar eu respondo: assim como é possível amar tanto tempo a mesma pessoa sem se cansar. Nesse caso o tempo é muito subjetivo. Se a relação está viva, está viva. Dá trabalho, mas não cansa. Assim é na Alma Imoral. Eu amo esse trabalho, esse texto. Que vocês se sintam vivos diante de mim. Assim como tenho vontade de me sentir diante de vocês: viva.”, afirma Clarice. A peça fechou seu primeiro ano em cena com três indicações ao Prêmio Eletrobrás de Teatro (melhor atriz, melhor peça e melhor figurino) e chegou ao segundo com duas indicações ao Prêmio Shell (melhor atriz e melhor figurino), tendo vencido na categoria de Melhor Atriz.

Foi ainda contemplada em 2007 pelos Prêmios Caixa Cultural e Caravana Funarte de Circulação Nacional de Teatro, e em 2008 pelo Prêmio Qualidade Brasil de Melhor Atriz. Depois de dois anos sem se apresentar no Rio, a peça retorna em 2018 à cidade, para uma curta temporada, às quartas feiras, no Teatro Oi Casa Grande, Leblon – Rio de Janeiro; de 10 de janeiro à 7 de fevereiro de 2018, serão apenas 5 apresentações na cidade em 2018; em seguida sairá em excursão pelo Norte e Nordeste do Brasil. SINOPSE DA PEÇA A peça desconstrói e reconstrói conceitos milenares da história da civilização – corpo e alma, certo e errado, traidor e traído, obediência e desobediência. Sozinha no palco, Clarice Niskier está em contato direto com a plateia, sem fazer uso da chamada “quarta parede”. Para contar histórias e parábolas da tradição judaica, a atriz vale-se somente de uma cadeira phanton preta e um grande pano preto que, concebido pela figurinista Kika Lopes, transforma-se em oito diferentes vestes – mantos, vestidos, burcas, véus.

O espaço cênico concebido por Luis Martins é limpo e remete a um longo corredor em perspectiva. Clarice optou por não trabalhar com uma direção teatral no sentido tradicional, mas com a supervisão de Amir Haddad, que já vem fazendo este trabalho com alguns atores. “Super-visão pode significar uma visão maior ou superior, capaz de desvendar coisa que outros olhos mortais não conseguiriam ver. Assim como o super-homem (citado no espetáculo) com sua visão de raio x. Mas também pode significar uma sobre-visão, uma visão de cima, das coisas que estão acontecendo. Por exemplo: ‘A terra é azul’ disse Gagarin, sobrevoando o planeta. O que eu faço com a Clarice, bela atriz, mulher corajosa, procurando o seu lugar, é tentar dar a ela a visão de quem está de fora, e às vezes de cima, para melhor poder entendê-la e orientá-la na manutenção de sua órbita. Me dá mais prazer observar e ajudar um ator no divino exercício do seu ofício do que inventar efeitos de som e luz e algumas marcações e depois anunciar: ‘o diretor’. Sonho com um ator dono do seu próprio texto e dessa maneira, capaz de iluminar o texto de outrem pelo embate de suas idéias.”, propõe Amir.

Ficha técnica

Autor do Livro “A Alma Imoral” – Nilton Bonder Adaptação

Direção e Interpretação – Clarice Niskier

Supervisão de Direção Amir Haddad

Iluminação – Aurélio de Simoni

Figurinos – Kika Lopes Cenário – Luiz Martins Música Original – José Maria Braga

Assessoria de Imprensa: JSPontes/Stella Stephany

Realização Niska Produções Culturais

Não recomendado para menores de 18 anos.

Outros eventos que você pode gostar

Grande Theatro Unimed-BH
Teatro

20 de Outubro

Em casa a gente conversa

INFORMAÇÕES E INGRESSOS
Teatro de Câmara
Teatro

26, 27 e 28 de outubro

Francisco de Assis – do rio ao riso

INFORMAÇÕES E INGRESSOS
Grande Theatro Unimed-BH
Teatro

02 de Novembro

“Fabiano Cambota – Viver envelhece”

INFORMAÇÕES E INGRESSOS
Grande Theatro Unimed-BH
Teatro

04 de Novembro

Fred Elboni em “E aí, sumida?”

INFORMAÇÕES E INGRESSOS
COMPRE SEU INGRESSO
DIAS E HORÁRIOS
  • Sexta, 09 de novembro às 21h
PREÇOS
  • INTEIRA R$50
  • MEIA R$25

Bilheteria: Av. Amazonas, 315 – Centro.
Funcionamento: Seg - Sáb: 12:00 - 21:00 e Dom: 15:00 - 20:00.
Horário especial nos feriados.
Telefone: (31) 3201.5211 ou (31) 3243.1964

Loja Eventim - Shopping 5ª Avenida (sujeito a taxa de conveniência)
Rua Alagoas, 1314
Loja 20C– Savassi
BR - 30130-160 - Belo Horizonte

A Partir de 1/12, de acordo com decreto n° 8.537 de 5 de outubro de 2015, só serão vendidos ingressos de “meia entrada de estudantes”, para aqueles que tiverem as CIEs ( Carteiras de Estudantes ) com os seguintes requisitos:
- Nome completo e data de nascimento do estudante
- Grau de escolaridade
- Foto do estudante
- Nome da instituição de ensino ao qual o estudante está matriculado
- Data de validade até o dia 31 de março do ano subsequente ao de sua expedição
- Certificação digital observando o disposto no inciso 2º do Art 1º da lei nº 12.933 de 2013
. O decreto n° 8.537, não permite que os estabelecimentos aceitem boletos ou carteirinhas de cursos, como comprovantes para a compra da meia entrada.

Não arrisque perder o espetáculo que você está esperando!

Receba tudo por email!

(não enviaremos spam!)