Teatro de Câmara
Show
18 de Setembro

Blueszonhas – Rubens Espindola

Show | Livre | 90min.

Blueszonhas – Rubens Espindola
Quarta, 18 de setembro às 19h

INTEIRA – R$30
MEIA – R$15
Clique aqui e compre seu ingresso!

A seta sagitariana de “Blueszonhas”, de Rubens Espindola, toca fundo na ferida da desumanidade, mas aponta curas. O violonista Rubens Espíndola, de Joaíma, baixo jequi, sempre navegou nas águas mais invisíveis do seu mítico rio. Seu Jequitinhonha conversa com aquela niet-filosofia que incomoda – e faz perguntas que sangram –, em onda crescente de ironia fina que lhe é própria. No seu texto poético pulsa a espiritualidade beatnik cujas delícias saltam de dentro da podridão, a exemplo de Charles Bukoviski.

A força do lamento-blues do violão refinado de Rubão (apelido carinhoso que lhe deram seus amigos) lembra a máxima do filósofo francês, que foi aluno de Gilles Deleuze, David Lapoujade: “O novo paradigma não virá do enfrentamento da força em si, mas da consciência da força de nossas próprias fraquezas”.

“Blueszonhas” esgarça nossas fraquezas, numa longa viagem para dentro, mas vai entregando vários bilhetes de volta. E, tal qual conta o conto, desde que o mundo é mundo, o viajante que embarcou não é o mesmo do desembarque. Algo se rompe e se recompõe várias vezes, definitivamente, como o rio que corre pro mar: o-mesmo-não-mesmodiferente. Outras maneiras de existir, diria Lapoujade. Alegria, sombra, dor e canto expostos na mesma linha de intensidade no bistrô da concupiscência, mas que içam as velas para um voo leve nas asas do beija-flor, diz Espíndola.

“Blueszonhas” move placas tectônicas das mazelas da civilização humana para espantar. E espanto é a seiva da poesia de T. S. Elliot quando interroga: “O que tem de mim nas coisas que eu faço?”. E espanto é o que a letra de “Memento mori” traz: “Eu sou um moinho movendo bagaços ou eu sou o monstro do Lago Ness?”. E espantada é a afirmação: “Eu via o mundo de cabeça para baixo”, da canção “No bolso nem arruela”. “Blueszonhas” é pura filosofia e propõe um sonho antigo de Friedrich Nietzsche: aplicação na vida cotidiana para fins de humanidade. O disco tem concepção e direção artística do próprio Rubens Espíndola. A produção musical é de Guda Botelho e a ilustração da capa é de Tonny Filho, inspirada numa fotografia de Horácio Matos. O projeto gráfico é de Neilton Lima.

Rubens Espíndola será acompanhado por Caio Duarte – percussão e Andreas Lima – guitarra.

Convidados especiais: Pedro Coelho – sax e voz. Vinicius Mattos – voz e violão.
O show de lançamento é da Picuá Produções: VAI QUE É ROCK AND ROLL!!!

Ficha técnica

Música
– Direção artística*: Rubéns Espíndola
– Direção musical*: Rubens Espíndola, Caio Duarte, Andreas Lima
– Músicos*: Rubens Espíndola, Caio Duarte, Andreas Lima
Participação especial:
Pedro Coelho e Vinicius Mattos:
Voz E violão.
– Sonorização: Marcos Vinícios
– Produção: Nilce Gomes

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DIAS E HORÁRIOS
  • Quarta, 18 de setembro às 19h
PREÇOS
  • INTEIRA R$30
  • MEIA R$15

Bilheteria: Av. Amazonas, 315 – Centro.
Funcionamento: Seg - Sáb: 12:00 - 21:00 e Dom: 15:00 - 20:00.
Horário especial nos feriados.
Telefone: (31) 3201.5211 ou (31) 3243.1964

Loja Eventim - Shopping 5ª Avenida (sujeito a taxa de conveniência)
Rua Alagoas, 1314
Loja 20C– Savassi
BR - 30130-160 - Belo Horizonte

Crianças até 02 anos:
Crianças até 02 anos completos possuem gratuidade e permanecem no colo dos pais e/ou responsáveis legais.
A partir de 02 anos e 1 dia, a criança paga meia-entrada mediante apresentação da carteira de identidade ou certidão de nascimento

Meia-entrada:
A Partir de 1/12, de acordo com decreto n° 8.537 de 5 de outubro de 2015, só serão vendidos ingressos de “meia entrada de estudantes”, para aqueles que tiverem as CIEs ( Carteiras de Estudantes ) com os seguintes requisitos:
- Nome completo e data de nascimento do estudante
- Grau de escolaridade
- Foto do estudante
- Nome da instituição de ensino ao qual o estudante está matriculado
- Data de validade até o dia 31 de março do ano subsequente ao de sua expedição
- Certificação digital observando o disposto no inciso 2º do Art 1º da lei nº 12.933 de 2013
. O decreto n° 8.537, não permite que os estabelecimentos aceitem boletos ou carteirinhas de cursos, como comprovantes para a compra da meia entrada.

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