Teatro de Câmara
Show
19 de Outubro

Alma de Rio – Gustavo Guimarães e Wilson Dias

Show | Livre | 90min.
Alma de Rio traz Gustavo Guimarães e Wilson Dias, que são artistas que carregam a essência dos sentimentos das Minas Gerais. Suas músicas falam da natureza.
Minas Gerais é considerada a caixa d’água do Brasil, e toda a sua história perpassa às margens de rios como o São Francisco, o Jequitinhonha e o Velhas. Elementos de ligação entre as regiões do Estado, esses rios, ao longo dos séculos, transportaram pessoas, alimentos, gado, riquezas e sonhos. E alimentaram lendas e estórias, enriquecendo a cultura popular de Minas e do Brasil.
As águas que cortam o Estado estão também presentes na literatura, como em Grande Sertão, Veredas, de Guimarães Rosa. Ali, a saga percorre o Urucuia, o Carinhanha, o Paracatu, o do Chico e outras águas, numa travessia de barco, de gente, de alma. E águas surgem também na música feita em Minas, dando mostra da estreita relação do mineiro, sobretudo do interior, com os rios, cachoeiras, olhos d’água, ribeirões da infância.
Os violeiros Wilson Dias e Gustavo Guimarães são exemplos dessa cultura ribeirinha que permanece na alma, mesmo depois de alguns anos vivendo longe da águas da infância. O primeiro vem de Olhos D’água, no Jequitinhonha; e o segundo, embora nascido em Diamantina, no mesmo Vale, cresceu no Noroeste de Minas, próximo às veredas de Rosa. Para os violeiros, assim como para o escritor, o rio é vivo, é gente, tem alma e sentimentos. “Olhe: o rio Carinhanha é preto, o Paracatu moreno; meu, em belo, é o Urucúia – paz das águas… É vida!”, escreveu João Guimarães.
Em A Voz do Rio, Gustavo Guimarães dá voz ao Velhas: “Eu sou o Rio das Velhas, meu berço é Minas Gerais. Se não deixarem que eu corra, um dia eu não serei mais”. Já Wilson Dias lembra que “o importante era o rio, tal como ainda é agora, passando as águas, menina, moça senhora”, trecho da música Ponte Velha.
É desejo dos dois artistas partilhar essa visão sobre os rios com o público, cantando as águas e toda a riqueza que elas carregam.
O repertório do show tem a temática das águas, com músicas que falam sobre a consciência ambiental, sobre a degradação dos rios, sobre a relação sagrada entre homem e natureza, sobre os mistérios da água.
Estão no repertório: Filhos do Vale, A Voz do Rio e Rio Santo, de Gustavo Guimarães; e Deus é Violeiro, A Flor da Vida, Ponte Velha, Olho D’água, Martin Pescador, Penitência, e Canção de Siruiz, de Wilson Dias, entre outras.

Wilson Dias

Tradicional e moderno, Wilson Dias, violeiro, cantor e compositor nascido em Olhos D’água no norte de Minas – Vale do Jequitinhonha, traz na bagagem a musicalidade e os ensinamentos da nossa cultura popular, um som enraizado no Brasil profundo, mas com asas para voar o mundo afora.
Gustavo Guimarães

Gustavo nasceu em Diamantina, cresceu em meio à mata, córregos e fazendas da região. Ali, foi influenciado musicalmente pelas várias manifestações culturais como: Folia de Reis e o Congado. Porém foi em Belo Horizonte que teve maior contato com a viola caipira. Músico autodidata, aprendeu com mestres diferente técncicas e toques de viola.

Ficha técnica

Música
– Direção artística*: Wilson Dias e Gustavo Guimarães
– Direção musical*: Wallace Gomes
– Músicos*: Wilson Dias, Gustavo Guimarães, Pedro Gomes, Wallace Gomes e Gladson Braga
– Sonorização: Marcos Vinícios Jardim (Marcão)
– Produção: Nilce Gomes por Picuá Produções

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DIAS E HORÁRIOS
  • Quinta, 19 de outubro às 20h
PREÇOS
  • INTEIRA R$30
  • MEIA R$15

Bilheteria: Av. Amazonas, 315 – Centro.
Funcionamento: Seg - Sáb: 11:00 - 21:00 e Dom:11:00 - 19:00.
Horário especial nos feriados.
Telefone: (31) 3201.5211 ou (31) 3243.1964

A Partir de 1/12, de acordo com decreto n° 8.537 de 5 de outubro de 2015, só serão vendidos ingressos de “meia entrada de estudantes”, para aqueles que tiverem as CIEs ( Carteiras de Estudantes ) com os seguintes requisitos:
- Nome completo e data de nascimento do estudante
- Grau de escolaridade
- Foto do estudante
- Nome da instituição de ensino ao qual o estudante está matriculado
- Data de validade até o dia 31 de março do ano subsequente ao de sua expedição
- Certificação digital observando o disposto no inciso 2º do Art 1º da lei nº 12.933 de 2013
. O decreto n° 8.537, não permite que os estabelecimentos aceitem boletos ou carteirinhas de cursos, como comprovantes para a compra da meia entrada.

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