Grande Theatro Unimed-BH
Infantil
27 de Janeiro

A Pequena Sereia – 45° Campanha de Popularização do Teatro e da Dança

Infantil | Livre | 120min. (15min. de intervalo)

 

Há mais de quinze anos em cartaz, a montagem de A PEQUENA SEREIA da Cyntilante Produções já se apresentou em todo o Brasil e continua encantando crianças e adultos. O espetáculo é inspirado nos musicais da Broadway, dirigido e adaptado por Fernando Bustamante. Em 2003, recebeu cinco prêmios: Melhor Espetáculo, Melhor Atriz, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Cenário e Maior Público. Em 2005, retornou aos palcos, comemorando o bicentenário do autor, o dinamarquês Hans Christian Andersen. Uma história emocionante com um figurino belíssimo, efeitos especiais e músicas cantadas ao vivo!

A PEQUENA SEREIA conta a história de Ariel, uma sereia encantada com o mundo dos humanos. Sua obsessão se torna ainda mais forte quando ela se apaixona pelo príncipe Eric. No desejo de viver com seu amado, Ariel faz um terrível acordo com Úrsula, a Bruxa do Mar. Para tornar-se humana, ela acaba dando à Bruxa do Mar o que tem de mais precioso: a própria voz. Sua busca pelo verdadeiro amor acaba se tornando uma terrível corrida contra o tempo, onde Ariel poderá contar somente com a ajuda de seus amigos, os seres dos mar.

O Conto original

O conto de fadas que inspirou os estúdios Disney e, posteriormente, o musical A Pequena Sereia foi originalmente escrito em 1836, pelo dinamarquês Hans Christian Andersen. No original, tudo começa quando a sereiazinha recebe autorização para ir à superfície e salva o príncipe de um naufrágio. Contudo, o jovem príncipe nunca fica sabendo que foi ela sua salvadora, pois pensa ter sido uma garota humana. Melancólica, a sereiazinha vai até a bruxa do mar pedir que a transforme em humana. Em troca, a bruxa tira-lhe a voz, considerada a mais bela do oceano.

Após a transformação, a sereia encontra o príncipe e passa anos muda em sua companhia. Um belo dia, o príncipe encontra uma garota com quem se casa, acreditando ser ela a salvadora. Uma maldição da bruxa dizia que a sereiazinha morreria caso o príncipe se casasse com outra. Então, as irmãs da sereiazinha cortam os próprios cabelos e oferecem-nos à bruxa em troca de um punhal que deveria ser enterrado no coração do príncipe para salvar a irmã mais nova. Para não morrer, a sereiazinha precisa matar o príncipe e deixar gotas do sangue dele caírem em suas pernas para que ela voltasse a ser sereia. Não tendo coragem de matar seu amor, ela se sacrifica e morre, se transformando em uma filha do ar.

Curiosidades sobre o conto original

• Ela não tem nome. Referem-se a ela apenas como “sereiazinha”.
• Eram apenas seis irmãs e não sete como no musical.
• Quando as sereias completavam 15 anos, recebiam uma autorização para visitar a
superfície.
• Era a avó paterna que cuidava das princesas e não o rei.
• As irmãs encorajam a sereiazinha a ir ver o príncipe.
• A avó era especialista em coisas humanas e a sereiazinha sempre a consultava.
• O povo do mar vivia até 300 anos e quando morriam se tornavam espuma do mar.
• Não possuíam uma alma imortal como os seres humanos. O único jeito de uma sereia
conseguir uma era se apaixonarem por um humano e fazê-lo se apaixonar por ela.
• A bruxa diz que a sereia é tola em querer ser humana e que irá sofrer muito quando
se tornar uma.
• A bruxa corta a língua da sereia para impedi-la de falar e diz que seduzirá o príncipe
com seu “belo corpo e lindos olhos”.

O Autor

Hans Christian Andersen era filho de um sapateiro e sua família morava num único quarto. Apesar das dificuldades, ele aprendeu a ler desde muito cedo e adorava ouvir histórias. A infância pobre deu a Andersen a chance de conhecer os contrastes de sua sociedade, o que influenciou bastante as histórias infantis e adultas que viria a escrever. Em 1816, seu pai morreu e com apenas 11 anos, Hans precisou abandonar a escola.

Aos 14 anos, Andersen foi para Copenhague, onde conheceu o diretor do Teatro Real, Jonas Collin. Andersen trabalhou como ator e bailarino, além de escrever algumas peças. Em 1828, entrou na Universidade de Copenhague e já publicava diversos livros, mas somente em 1835 alcançou o reconhecimento internacional, quando lançou o romance “O Improvisador”.

Apesar de ter escrito romances adultos, livros de poesia e relatos de viagens, foram os livros infantis que tornaram Hans Christian Andersen famoso. Em suas histórias, o escritor buscava sempre passar padrões de comportamento que deveriam ser adotados pela sociedade, mostrando inclusive os confrontos entre poderosos e desprotegidos, fortes e fracos.

Graças à sua contribuição literária voltada para crianças e adolescentes, a data do seu nascimento, 2 de Abril, é hoje o Dia Internacional do Livro Infanto-Juvenil. Além disso, o mais importante prêmio internacional do gênero leva o seu nome. Anualmente, a International Board on Books for Young People (IBBY) oferece a medalha Hans Christian Andersen para os maiores nomes da literatura infanto-juvenil. A primeira representante brasileira a ganhá-la foi Lygia Bojunga, em 1982. Entre os títulos mais divulgados da obra de Andersen encontram-se: “O Patinho Feio”, “O Soldadinho de Chumbo”, “A Roupa Nova do Imperador”, “A Pequena Sereia” e “A Menina dos Fósforos”. São textos que fazem parte do imaginário de muitas crianças desde a sua publicação até a atualidade, tendo sido adaptados para o cinema, o teatro, a televisão e desenho animado. Existe também um filme no qual foi romanceada a história de Hans, mesclando trechos de seus contos com a sua vida. O título do filme no Brasil é “A vida num conto de fadas” (no original em inglês, Hans Christian Andersen: My life is a Fairy Tale).

Cyntilante Produções

A Cyntilante Produções, responsável pela produção de premiados espetáculos, é coordenada pelo produtor e diretor Fernando Bustamante. Entre os seus trabalhos destacam-se “A Arca de Vinicius” (vencedor de 5 prêmios), “Lampiãozinho e Maria Bonitinha” (vencedor de 19 prêmios) e “Os Saltimbancos” (vencedor de 2 prêmios). Em 2009, realizou o 1º Festival de Teatro Musical de Belo Horizonte, fomentando a produção e difusão do gênero na cidade.

Ficha técnica

ELENCO: Raíssa Alves, Ricardo Sabino, Maria Tereza Costa, Tiago Colombini, Jai Baptista, Evelyn Batista, Gil Guedes, Raquel Carneiro, Chris Geburah, Marinah Velasques, Alex Alves, Hadassa Baptista.
FIGURINO: Dílson Mayron
CENÁRIO: Heleno Polisseni
ILUMINAÇÃO: Yuri Simon
DIREÇÃO VOCAL: Beto Sorolli
DIREÇÃO DE MOVIMENTO: Gustavo Machado
ADAPTAÇÃO, DIREÇÃO E PRODUÇÃO: Fernando Bustamante
REALIZAÇÃO: Cyntilante Produções

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DIAS E HORÁRIOS
  • Domingo, 27 de janeiro às 15h
PREÇOS
  • INTEIRA R$ 40
  • MEIA R$ 20
  • Preços Populares nos postos do SINPARC R$ 18
  • Os ingressos serão vendidos na bilheteria física do teatro, no dia do evento, uma hora antes do início do espetáculo.

Bilheteria: Av. Amazonas, 315 – Centro.
Funcionamento: Seg - Sáb: 12:00 - 21:00 e Dom: 15:00 - 20:00.
Horário especial nos feriados.
Telefone: (31) 3201.5211 ou (31) 3243.1964

Loja Eventim - Shopping 5ª Avenida (sujeito a taxa de conveniência)
Rua Alagoas, 1314
Loja 20C– Savassi
BR - 30130-160 - Belo Horizonte

A Partir de 1/12, de acordo com decreto n° 8.537 de 5 de outubro de 2015, só serão vendidos ingressos de “meia entrada de estudantes”, para aqueles que tiverem as CIEs ( Carteiras de Estudantes ) com os seguintes requisitos:
- Nome completo e data de nascimento do estudante
- Grau de escolaridade
- Foto do estudante
- Nome da instituição de ensino ao qual o estudante está matriculado
- Data de validade até o dia 31 de março do ano subsequente ao de sua expedição
- Certificação digital observando o disposto no inciso 2º do Art 1º da lei nº 12.933 de 2013
. O decreto n° 8.537, não permite que os estabelecimentos aceitem boletos ou carteirinhas de cursos, como comprovantes para a compra da meia entrada.

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